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Posts Tagged ‘Polícia Judiciária

Suspeito morto em tentativa de assalto

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A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Leiria, está a investigar a morte de um homem, residente no concelho de Porto de Mós, ocorrida durante esta madrugada, num armazém de materiais de construção, em Chão da Feira, Porto de Mós.

A vítima, de 51 anos, tinha antecedentes criminais e encontrava-se referenciada por furtos, tráfico e consumo de estupefacientes. Foi atingida, mortalmente, por um empresário de 56 anos, proprietário do armazém, com tiros de caçadeira, durante a detenção levada a cabo por militares do Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Porto de Mós. Durante a operação, um militar da GNR sofreu ferimentos ligeiros num braço, tendo sido transportado, pelos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, para o Hospital de Santo André, em Leiria.

Tristan Gillot Bathory & Cristian Decô

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vigaristas

Não temos dúvidas quanto à rentabilidade do investimento, no que diz respeito à construção do avião de combate a incêndios, de 40 toneladas e de grande eficiência

No Brasil e em Espanha burlaram meio mundo. Em Portugal também, mas foram apanhados pela DCICCEF (Polícia Judiciária). Uma história já antiga mas que não pode deixar de ler na edição de hoje do Correio da Manhã. [aqui]

Paranóia nacional

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Foto de tim caynes segundo licença CC-BY-NC 2.0

“Por mim, até gostava de ser alvo de escutas telefónicas para ver se me dão alguma importância.

Por razões que a própria razão desconhece, a problemática das escutas telefónicas volta ciclicamente à agenda mediática. Sempre que alguma notícia mais quente é tornada pública, antes mesmo de se perceber de onde vem, a quem favorece, o que pretende, imediatamente se afirma, alto e a bom som, que tal informação teve origem numa qualquer escuta telefónica.

Relativamente a este meio especial de prova, convém precisar que em 2008 se efectuaram em Portugal cerca de 20 mil escutas, sendo que em igual período de tempo, em França, um exemplo de país democrático, somente na circunscrição de Paris, realizaram–se cerca de 45 mil escutas. Aqui não houve protestos, programas de televisão nem manifestações contra quem quer que fosse. Realizaram-se aquelas porque foi as que os magistrados judiciais entenderam necessárias, ponto final.

Em Portugal, não há pessoa que não ache que está sob escuta. Todos nós, logo que sentimos um barulhinho no telemóvel, pensamos: estou sob escuta. Não pensamos que as escutas não provocam barulhinhos, e que possivelmente o problema é do telemóvel ou da rede. Não, isso seria simples. Nós gostamos é de jogos complexos.

Parece que queremos ser todos muito importantes, e esse estatuto somente se consegue se alguém nos puser sob escuta. Já não interessa se esse alguém é da polícia, da magistratura, dos serviços secretos, detectives, técnicos de informática, piratas informáticos ou se as escutas são legais ou ilegais. Tudo isso deixou de ter importância. Nós queremos é ser escutados, pois isso dá-nos importância, a nós bem como às pessoas com quem falamos, e aos assuntos de que falamos.

Estes factos seriam até engraçados se não fossem trágicos para a credibilidade das instituições e do próprio País. A paranóia das escutas instalou-se, sendo que nem o conceito é preciso. Para os que querem ser escutados à viva força, uma qualquer violação da correspondência, uma violação do domínio informático, uma listagem telefónica, é tudo escutas telefónicas. Se um simples cidadão acha que está a ser escutado, logo as pessoas que detêm os mais altos quadros da nação têm exactamente o mesmo direito. Deviam até ser os primeiros. Eu por mim, e porque também gostava que me dessem alguma importância, gostava de ser escutado. Não que as minhas pobres conversas tenham alguma importância, mas, sinceramente, no actual estado das coisas, sentir-me-ia muito melhor.”

Artigo de opinião de Carlos Anjos, Presidente da ASFIC/PJ, in Correio da Manhã, 29-09-2009

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Escrito por Rui Aguiar

Setembro 29, 2009 em 5:21 pm

“Não há desculpa para o que fiz, mas tenho os meus motivos”

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Foto de doraemon segundo licença CC-BY-NC-SA 2.0

João Pedro Melo Ferreira, de 53 anos, advogado da Guedes Figueiredo & Melo Ferreira, foi ontem baleado, por volta das 12h00m, no seu escritório na Avenida 25 de Abril, no centro da cidade de Estarreja. A vítima foi socorrida no local pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM e transportada para o Hospital da Universidade de Coimbra. Foi atingido na cabeça por dois projécteis de pistola de calibre 6.35mm. O «Doutor João Pedro», que estava internado com um traumatismo crânio-encefálico, não resistiu à gravidade dos ferimentos.

O presumível autor dos disparos, Manuel Pimenta, construtor civil de 58 anos, foi detido pela GNR e entregue à Polícia Judiciária. Em declarações à imprensa local, Manuel Pimenta assumiu a culpa pelo que fez mas afirmou ter tido os seus «motivos». Vai ser hoje presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.

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Advogado baleado em Estarreja

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Foto de mr.smashy segundo licença CC-BY-NC 2.0

O advogado João Pedro Melo Ferreira, da Guedes Figueiredo & Melo Ferreira, foi esta manhã baleado na cabeça, por volta das 12h00m, no seu escritório na Avenida 25 de Abril, em Estarreja. O advogado foi transportado para o Hospital Infante D. Pedro. Elementos do Departamento de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Judiciária de Aveiro estão no local.

ASFIC/PJ: “Não esquecemos”

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«Não esquecemos que desde há cerca de dez anos a esta parte que a ASFIC/PJ denuncia e luta para que sejam resolvidas algumas situações que representam a violação dos mais elementares princípios e direitos, umas inseridas num contexto laboral e outras no contexto organizativo e institucional.

São portanto situações, algumas delas, que persistem desde há vários anos e de responsabilidade partilhada e transversal aos vários governos que foram, sucessivamente, assumindo os destinos do país.

Apesar da referida responsabilidade partilhada, não podemos deixar de referir que resultado da política do actual governo, todos os problemas persistem e alguns foram ainda agravados.

No contexto laboral:

Não esquecemos a falta de vontade na redefinição do modelo e regimes de trabalho, sua prestação e devida remuneração. Referimo-nos aos regimes de disponibilidade (funcional), piquete, prevenção e trabalho extraordinário;

Não esquecemos que não nos foi apresentada qualquer proposta de Estatuto, o que desde logo inviabilizou a possibilidade de adequação dos conteúdos funcionais das várias categorias da carreira de investigação criminal à realidade;

Não esquecemos que nunca foi resolvida a falta de apoio jurídico aos funcionários da carreira de investigação criminal quando assumem num processo crime uma posição diferente da de arguido, mesmo quando se tratam de actos praticados em serviço ou de factos relacionados com o serviço e por força do exercício das sua funções;

Não esquecemos as condições agravadas de acesso aos regimes de aposentação e disponibilidade, com especial enfoque para o facto do actual Ministro da Justiça nunca se ter dignado fixar o contingente de funcionários a colocar na disponibilidade como decorre da Lei;

Não esquecemos ainda o facto de numa profissão de risco e desgaste rápido como é a de investigação criminal, se ter aumentado a idade mínima para a aposentação dos 55 para os 60 anos;

Não esquecemos a vontade velada de imposição do SIADAP aos funcionários de investigação criminal, como se as tarefas desenvolvidas nesse âmbito fossem comparáveis e mensuráveis, tal qual, o resultado de uma linha de produção mecanizada;

Não esquecemos o agravamento das condições de acesso à protecção social dos cônjuges do pessoal de investigação criminal no âmbito dos SSMJ;

Não esquecemos o corte intencional das capacidades financeira e organizativa às associações sindicais, resultante das disposições impostas pela publicação do RCTFP (Lei nº 59/2008 de 11 de Setembro);

No contexto organizativo e institucional:

O que o fez este governo na área da JUSTIÇA PENAL e da INVESTIGAÇÃO CRIMINAL?

A actuação deste Governo, nestas áreas, pode ser resumida em poucas palavras: QUASE TUDO FOI MAL FEITO.

Todas as reformas de âmbito penal e criminal, introduzidas por este Governo tiveram, como não podiam deixar de ter, resultados desastrosos, sobretudo, para as cada vez mais desprotegidas vítimas dos crimes.

A ASFIC/PJ juntou-se, imediatamente, como não podia deixar de acontecer, durante a fase da sua discussão pública, ao coro de críticas aos malfadados diplomas (LOIC, LSI, LOPJ, alterações penais, etc.), que irmanou juízes, magistrados do ministério público, funcionários judiciais, muitos ilustres penalistas e polícias numa simples ideia: estas leis não servem a Justiça e o combate contra o crime.

De facto, as alterações introduzidas não serviram para tornar mais eficiente a investigação criminal, mas para a complicar ainda mais e não serviram, de igual sorte, para defender a vítima, mas sim, exclusivamente, para facilitar a defesa do suspeito e do arguido.

Como todo o mundo judiciário intuiu, desde logo, todas as leis penais foram elaboradas a pensar em casos concretos e no modo de tornar mais labiríntico o já de si complicado labirinto jurídico, para que seja possível, sobretudo, na área da criminalidade económico-financeira e da corrupção, suscitar nulidades processuais, por tudo e por nada, e complicar o desenvolvimento normal das investigações e dos julgamentos.

O Governo, em vez de clarificar criou confusões  indesejáveis, como, por exemplo, a figura aberrante das «competências partilhadas». Onde antes cada polícia sabia exactamente o que lhe competia (LOIC  2000), agora são todas competentes para fazer o mesmo (LOIC 2009), o que, claramente, visou acentuar a necessidade de coordenação entre  polícias  e assim melhor justificar a intromissão da administração interna em áreas que lhe deviam estar vedadas.

Não distinguiu, propositadamente, em termos de regras, os processos relativos à criminalidade violenta, organizada e complexa – mormente a criminalidade económico-financeira e a corrupção, que são os crimes que mais preocupam muitos políticos, porque lhes  pode  «tocar»  directamente -, dos crimes de massas, nivelando-os a nível de tratamento e de prazos. Isto fragilizou a investigação dos crimes mais perigosos, mais violentos e organizados, que devem ter um tratamento diferente das demais investigações.

São, por demais, os exemplos negativos que ficam para a história, como iniciativas legislativas pensadas, quase exclusivamente, para proteger os interesses dos suspeitos e dos arguidos, em vez dos interesses das vítimas e da sociedade em geral.

A alteração dos pressupostos das detenções fora de flagrante delito não só criou enormes dificuldades à prevenção e à investigação criminal, como se tornou num factor de desincentivo do empenho policial.

A forte limitação da possibilidade de aplicação da prisão preventiva, só podia ter tido como desfecho, como teve, o aumento exponencial de situações absolutamente incompreensíveis para o cidadão comum e para os polícias, que justificavam, plenamente, a sua aplicação, tendo em atenção, quer a perigosidade e o perigo de reincidência  de muitos arguidos, quer a gravidade de muitas situações.

O resultado mais evidente foi o aumento do descrédito na JUSTIÇA, que varreu transversalmente toda a sociedade, inclusive os próprios operadores judiciários, ainda por cima, vilipendiados, pela tutela, como incompetentes ou pouco produtivos, como cortina de fundo para dissimular os verdadeiros responsáveis por este estado de coisas: os diversos poderes políticos.

Aumentaram os entraves ao recurso a alguns meios excepcionais de obtenção de prova, designadamente as escutas, que se fundamentaram, em grande parte, numa campanha de desinformação da opinião pública – um alegado, mas completamente falso descontrolo e exagero no número de escutas efectuadas em Portugal, que na realidade fica muito aquém do número das que são efectuadas, proporcionalmente, na maior partes dos outros países da UE, omitindo, por exemplo, que em muitos destes países se fazem dezenas de milhares de «escutas administrativas», ou seja, que não passam pelo crivo de um JUIZ, – o que teve como efeito, a sua redução substancial, com efeitos negativos ao nível da investigação criminal.

Mas, ao mesmo tempo que se defende restrições das escutas na investigação criminal (dependentes da autoridade judicial) começa-se a preparar a opinião pública para a necessidade de atribuir a realização legal de escutas, a serviços «incontroláveis» que, pela sua própria natureza, obedecem a dinâmicas que os conduzem, amiúde, para tarefas e caminhos inaceitáveis num estado de direito.

Ao generalizado encurtamento de prazos para a investigação e às supra referenciadas dificuldades criadas, não correspondeu, como seria lógico, um investimento proporcional em meios humanos e materiais, ignorando-se, completamente, que estes já eram escandalosamente insuficientes, sobretudo, na  PJ, cujo quadro, nos últimos anos, tem vindo sempre a decrescer e tem tido uma taxa de preenchimento do efectivo sempre a rondar os 50% (nos últimos 10 anos).

No que concerne à PJ, não somos só nós que o dizemos, pois a situação da nossa instituição é por demais evidente aos olhos dos outros operadores judiciários, com destaque para a opinião de António Martins, Presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, que considerou e muito bem, numa entrevista dada ao Correio da Manhã, em 30 de Agosto que, «A PJ FOI PRATICAMENTE DESMANTELADA DURANTE ESTE GOVERNO».

Este Governo diz ter dotado a PJ de uma nova lei orgânica com instrumentos legais de organização orientados para o combate à criminalidade organizada, complexa e violenta, mas a verdade seja dita: a única coisa que mudou realmente foi a designação dos departamentos, que passaram a ter siglas impronunciáveis, em substituição de designações míticas com prestígio acumulado. De resto, o Governo manteve a vetusta estrutura da PJ para combater a actual, crescente, super equipada e altamente especializada CRIMINALIDADE ORGANIZADA.

Idêntica percepção é fácil de encontrar entre os magistrados do Ministério Público, que não podem deixar de se sentir indirectamente prejudicados com o definhamento e a asfixia económica que tem sofrido o seu principal órgão coadjuvante, que é a PJ, com quebras orçamentais que, em alguns anos, destes últimos, atingiram os 60%.

Na esteira de preocupações similares que têm vindo a crescer e que começam a justificar uma acção comum, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e a ASFIC/PJ vieram a  público, esta semana, manifestar uma «profunda preocupação com o actual modelo de organização da investigação criminal», considerado por ambas as organizações «demasiado permeável à instrumentalização política», permeabilidade «que as recentes alterações legislativas (Lei da Organização de Investigação Criminal, Lei da Segurança Interna, Lei Orgânica da Polícia Judiciária e Estatuto do Ministério Público) acentuaram».

Com efeito, através desses diplomas assistiu-se a uma perigosíssima invasão de áreas da JUSTIÇA, por parte de sectores da ADMINISTRAÇÂO INTERNA, directamente dependentes do poder político (Primeiro-Ministro).

É unânime, menos neste governo e nos sectores que tradicionalmente perfilham doutrinas securitárias e militaristas (hierarquias das forças armadas e das forças de segurança de matriz histórica militar, etc.), que esta política de segurança interna conduz, inevitavelmente, a uma governamentalização da informação e da investigação criminal.

Para implementar essa governamentalização criou a figura de um Secretário-geral do Sistema de Segurança Interna (SG-SSI), que depende directamente do Primeiro-Ministro, com funções de coordenação da investigação criminal (!) e poderes de organização e gestão administrativa, logística e operacional dos serviços, sistemas, meios tecnológicos e outros recursos comuns dos órgãos de polícia criminal, incluindo o Sistema Integrado de Informação Criminal (!).

O governo ousou mesmo, numa dada altura, pretender colocar na dependência do SG-SSI, a INTERPOL e a EUROPOL, subtraindo à PJ, a responsabilidade da ligação com estas entidades (mesmo sabendo que 95 % da informação criminal processada por essas duas entidades diz respeito a criminalidade da competência reservada da PJ). E não deixou de manter o Gabinete SIRENE, na esfera da Administração Interna, não ignorando, igualmente, que a esmagadora maioria da informação que por ali passa também é de interesse exclusivo da investigação criminal.

Para os principais operadores judiciários (Juízes, Magistrados do Ministério Público e PJ) não existe qualquer dúvida nestes pontos: a gestão e a coordenação de toda a informação criminal tem de regressar, rapidamente, a quem, em termos constitucionais e da lei, detém a acção penal e a direcção da investigação criminal, ou seja, tem de voltar à esfera do Ministério Público e do seu principal órgão auxiliar, a Polícia Judiciária, que foi quem, historicamente, com boas provas dadas, no domínio da integridade da informação criminal e das investigações, assegurou, até à presente legislatura, todos «os recursos nos domínios da centralização, tratamento, análise e difusão, a nível nacional, da informação relativa à criminalidade participada e conhecida…»

Infelizmente, nesta campanha eleitoral, todos os partidos, sem uma única excepção relevante, decidiram lançar os temas da JUSTIÇA PENAL e da INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, para o fundo da lista de temas a abordar.

Lamentamos que estes temas tenham sido sempre tratados em velocidade acelerada, sem a profundidade necessária e, até se pode dizer, com uma superficialidade extremamente inquietante, a roçar muitas vezes a ignorância, o que sombreia qualquer legítima expectativa de todos os operadores judiciários.»

Cancelado Curso de Tiro Defensivo – Pistola Nível 2

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«A ASS/PJ vem por este meio anunciar que o Curso de Tiro Defensivo – Pistola Nível 2, não se irá realizar.

A todos os possíveis interessados queiram aceitar as nossas desculpas.

A Direcção da ASS/PJ»

Retirado do site oficial da ASS/PJ

Escrito por Sofia Afonso

Setembro 23, 2009 em 10:46 pm

“Gangue da G3″ apanhado pela Judiciária

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A Polícia Judiciária (PJ), através da Secção Regional de Combate ao Banditismo (SRCB) da Directoria do Norte desmantelou ontem, terça-feira, o perigoso “gangue da G3″.

O grupo operava na área do Grande Porto e no Vale do Ave, dedicando-se a assaltos a ourives e distribuidores de tabaco. O grupo, que obedecia a uma rigorosa hierarquia, estava organizado em dois núcleos, o núcleo Trofa, composto por indivíduos residentes na área e o núcleo Maia/Gaia, composto por indivíduos de etnia cigana. Cerca de uma centena de operacionais da Polícia Judiciária participaram na operação.

O assalto mais mediático ocorreu em Maio, na Avenida do Bicho, em Guidões, quando um casal de ourives de Gondomar que acabava de sair de um restaurante local (Churrascaria Félix) foi abordado por três elementos do grupo. Encapuzados e armados com uma G3 e pistolas de calibre de guerra abordaram o casal pedindo-lhes a chave da carrinha, uma Nissan Vanette, onde estavam vários sacos com ouro, produto que o casal vendia em várias feiras. Em Julho, em Santa Maria de Avioso, Maia, assaltaram um distribuidor de tabaco que abastecia um café (Café Blue). Dentro do estabelecimento três homens encapuzados abordaram o distribuidor pedindo-lhe o dinheiro que estava na máquina de tabaco e a chave da carrinha, uma Kangoo. Em Agosto fizeram uma emboscada a um ourives em Moreira, também na Maia. O ourives regressava da feira de Custóias, em Matosinhos, quando foi cercado por vários indivíduos encapuzados que o obrigaram a sair do carro. A vítima ainda tentou fugir mas os assaltantes abriram fogo, pondo cobro a qualquer tentativa de fuga. Fugiram com três malas com ouro.

Polícia Judiciária alerta sobre email fraudulento

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A Polícia Judiciária (PJ)  emitiu hoje uma nota de imprensa negando a autenticidade de um alerta sobre segurança informática que anda a circular via email.

«Chegando ao nosso conhecimento que decorre uma divulgação de um pretenso alerta emitido pela Polícia Judiciária, sobre segurança informática e que impele as pessoas a instalar um alegado programa de protecção da Microsoft. A mensagem em causa e que a seguir se exibe, é falsa e constitui, ela sim, uma quebra de segurança para os utilizadores da Internet e Correio Electrónico.

alerta

A forma utilizada pela Polícia Judiciária para a divulgação de mensagens de aconselhamento nunca é veiculada por email individual, mas sim por mensagens apostas no seu sítio de Internet ou por intermédio da Comunicação Social.

Aconselham-se, que os destinatários deste email fraudulento, a não executar os comandos que a mensagem propõe, sob pena de poderem danificar o seu sistema operativo e divulgarem dados pessoais, uma vez que se trata de um “vírus informático”.

A Polícia Judiciária já apurou que os dados de origem da divulgação estão sediados num servidor sul-americano e desencadeou os adequados mecanismos de cooperação internacional em matéria penal.

Concomitantemente desenvolve, no plano interno, outras diligências.»

Escrito por Rui Aguiar

Setembro 18, 2009 em 7:41 pm

PJ – Operação “ida e volta”

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Foto de amayzun segundo licença CC-BY-NC-ND 2.0

A Polícia Judiciária (PJ), através da Secção Regional de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (SRITE), da Directoria do Norte, deteve dois homens e uma mulher por crimes de tráfico internacional de estupefacientes. Os indivíduos, um casal proveniente da Holanda (22 e 28), foram interceptados em plena auto-estrada, na zona de Ribeira de Pena, Vila Real, na posse de 2Kg de heroína e 800g de substância de traço ou corte. O destinatário (32), foi igualmente detido pela PJ.

Da mesma [operação] resultou a apreensão de 2.500 euros em dinheiro, 3 veículos, 1 embarcação de recreio, 1 prensa hidráulica, 1 moinho e vários outros materiais e objectos utilizados no tráfico de estupefacientes.