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Suspeito morto em tentativa de assalto

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furyksxCC-BY-NC-ND 2.0

A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Leiria, está a investigar a morte de um homem, residente no concelho de Porto de Mós, ocorrida durante esta madrugada, num armazém de materiais de construção, em Chão da Feira, Porto de Mós.

A vítima, de 51 anos, tinha antecedentes criminais e encontrava-se referenciada por furtos, tráfico e consumo de estupefacientes. Foi atingida, mortalmente, por um empresário de 56 anos, proprietário do armazém, com tiros de caçadeira, durante a detenção levada a cabo por militares do Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Porto de Mós. Durante a operação, um militar da GNR sofreu ferimentos ligeiros num braço, tendo sido transportado, pelos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, para o Hospital de Santo André, em Leiria.

“Não há desculpa para o que fiz, mas tenho os meus motivos”

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Foto de doraemon segundo licença CC-BY-NC-SA 2.0

João Pedro Melo Ferreira, de 53 anos, advogado da Guedes Figueiredo & Melo Ferreira, foi ontem baleado, por volta das 12h00m, no seu escritório na Avenida 25 de Abril, no centro da cidade de Estarreja. A vítima foi socorrida no local pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM e transportada para o Hospital da Universidade de Coimbra. Foi atingido na cabeça por dois projécteis de pistola de calibre 6.35mm. O «Doutor João Pedro», que estava internado com um traumatismo crânio-encefálico, não resistiu à gravidade dos ferimentos.

O presumível autor dos disparos, Manuel Pimenta, construtor civil de 58 anos, foi detido pela GNR e entregue à Polícia Judiciária. Em declarações à imprensa local, Manuel Pimenta assumiu a culpa pelo que fez mas afirmou ter tido os seus «motivos». Vai ser hoje presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.

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Tragédia em Ílhavo

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Foto de joriavlis segundo licença CC-BY-NC 2.0

A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Aveiro, está a investigar a morte de um indivíduo, identificado como Paulo Ricardo Pinto Sá, de 22 anos, ocorrida na manhã de domingo, 9 de Agosto, por volta das 10h00m, em Ílhavo. A companheira, Ana Cláudia Jesus Ferreira, de 20 anos, que se encontra grávida de três meses e meio, foi atingida num braço e no ombro por tiros de caçadeira e ferida por arma branca no tórax, tendo sido transportada por viatura do INEM para o Hospital de Aveiro, onde se encontra internada, fora de perigo e em situação clínica estável. O feto, do sexo feminino, sobreviveu, estando a ser devidamente monitorizado por médicos do hospital de Aveiro.

A GNR de Ílhavo foi alertada, por volta das 10h20m, por telefonema anónimo, da ocorrência de um alegado duplo-suicídio numa moradia localizada na Rua dos Nautas, propriedade de Aníbal Simões e Maria Simões. A GNR ao chegar ao local deparou-se com um corpo já cadáver, apresentando ferimentos de bala no peito, e uma mulher, gravemente ferida, mas consciente. Inteligência recolhida no local pela GNR, aponta, para que tanto o telefonema como os disparos, tenham sido efectuados pelo senhorio. Após perícias forenses efectuadas por elementos da GNR e da Polícia Judiciária, o cadáver foi recolhido pelos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.

Aníbal Simões alugou, em 2008, um pequeno quarto da sua casa a Paulo Ricardo Pinto Sá e a Ana Cláudia Jesus Ferreira. Devido ao facto de Paulo Sá ser o único sustento do casal, dificuldades em pagar a renda, terão provocado várias desavenças, nos últimos meses, entre o casal e os senhorios. Segundo fontes locais, terá ocorrido uma suposta retaliação por parte do Aníbal Simões com o furto de alguns objectos de valor e o desaparecimento de uma cadela do casal. Nos últimos dias, troca de acusações entre os casais agravaram o difícil relacionamento, que culminou, ontem, com o homicídio de Paulo Sá.

Aníbal Simões, ex-emigrante do Canadá, foi interrogado nas instalações do DIC, localizado no Largo de Santo António, em Aveiro, tendo sido libertado durante a madrugada. As investigações da Polícia Judiciária prosseguem.

Cadáver de empresário porto-santense encontrado

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Foto de Martijn de Visser segundo licença CC-BY-SA 2.0

A Polícia Judiciária (PJ) encontrou o cadáver de um empresário porto-santense que se encontrava desaparecido desde a passada quinta-feira.

Guilherme Bernardino Alves, de 78 anos, tinha embarcado quinta-feira no voo da SATA das 13h00m de Porto Santo para o Funchal para mais uma habitual reunião de negócios. Por volta das 17h00 telefonou para um familiar a dizer que precisava de uma avultada quantia monetária – a família estranhou aquele pedido, até porque a voz do empresário indicava que se encontrava assustado. Durante a tarde os familiares receberam mais 3 telefonemas, todos de pouca duração, em que uma voz desconhecida, com sotaque brasileiro, exigia 500 mil euros para que Guilherme Bernardino Alves fosse libertado. Quando o empresário não regressa no voo das 20h00m do Funchal para Porto Santo a família levou a sério as ameaças. Por volta das 22h30m a esquadra da PSP de Porto Santo é informada do caso. É contactado o Departamento de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Judiciária do Funchal.

No sábado, diligências externas efectuadas pelo DIC levam à detenção, por volta das 19h30m, de um cidadão brasileiro que durante interrogatório confessou ter matado e atirado o corpo do empresário para dentro de um poço. O cadáver de Guilherme Bernardino Alves é encontrado num poço, por volta das 22h, na zona da Achadinha, freguesia da Camacha, município de Santa Cruz. O cadáver é retirado do local pelos Bombeiros Municipais de Santa Cruz com supervisão da PJ.

O conhecido empresário porto-santense, proprietário da Guilherme Alves Unipessoal Lda, com negócios na área da construção civil, electrodomésticos, ramo imobiliário e exploração de postos de abastecimento, como o Posto Galp situado na Avenida Dr. Manuel Gregório Pestana Junior em Santa Cruz, terá sido assassinado na própria quinta-feira, o dia do rapto. Um cidadão de 45 anos, empresário, é procurado pelas autoridades por suspeitas de ter planeado a operação.

Rui Aguiar

Operação “Xeque-Mate”

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Foto de Letícia Carmo

Ontem, sexta-feira, a UI (Unidade de Intervenção) da GNR em cooperação com vários elementos dos DIC (Departamento de Investigação Criminal) de Lisboa e Setúbal, no cumprimento de sete mandatos de detenção e 10 mandatos de busca domiciliária, deteve oito alegados membros do “gangue do multibanco”. A operação, resultante da investigação efectuada pela UECC (Unidade Especial de Combate ao Crime Violento) do DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) de Lisboa, decorreu em Setúbal, Palmela, Pinhal Novo e Albufeira.

Foi precisamente em Albufeira que, segundo o capitão Gonçalo Carvalho da GNR, “o último detido, que também reside em Palmela, na região de Setúbal, foi capturado durante a tarde”.

Os detidos, sete homens e uma mulher, com idades entre os 24 e os 45 anos, são acusados de serem os principais responsáveis pela maioria dos assaltos a caixas de multibanco em Portugal nos últimos 10 anos. São também acusados de crimes de “carjacking” e sequestro. Entre o material apreendido encontram-se 2 armas de fogo, gorros, coletes balísticos, equipamento de comunicação e 900 euros em notas. Foram também apreendidas 3 motas e 9 viaturas ligeiras.

Rui Aguiar

A maratona do “trio do tabaquinho”

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larapio

Foto de Felix Perez

O “trio do tabaquinho” (ou quarteto?) é um gangue lusitano composto por 3-4 elementos que têm espalhado o terror na zona do Grande Porto/Vale do Sousa. Armados, devidamente encapuzados e vestidos de igual, têm como motto furtar tabaco de postos de abastecimento. Com a GNR (DIC), PSP e a Polícia Judiciária “à perna” o gangue tem apostado numa “política de continuidade” e realizado assaltos nos mesmos locais. Por enquanto existe uma “estrelinha da sorte”…

O modus operandis utilizado envolve o “carjacking”, a utilização de pés-de-cabra e correntes que usam para arrancar os gradeamentos dos postos de combustíveis que “visitam”. Todos os assaltos sucedem num curto espaço de tempo. O gangue que rouba tabaco, não se faz rogado e também “desvia” pequenos objectos, lubrificantes, etc, apostando no “pequeno furto coleccionador”.

Tudo indica que se tratam de pessoas jovens que residem na zona do Grande Porto.

13 de Junho – Sábado (c. 04:30): Seguem num Mercedes 720 (roubado através de “carjacking” no Porto) que utilizam para se deslocarem até Gandra, Paredes, onde atacam o posto da “Galp”, localizado na Rua Central de Gandra (EN 15).

13 de Junho – Sábado (c. 05:30): Em Castelões de Cepeda, Paredes, assaltam a “Cepsa” local. Na mesma madrugada “entram” na “Cepsa” de Lordelo, localizada na Rua Castro Araújo. Roubam todo o tabaco que se encontram nas máquinas e nos expositores dos dois postos.

23 de Junho – Terça-Feira: O gangue efectua um “reconhecimento” do posto de abastecimento “Freitas” localizado na Rua de Pombal (EN 209), em Lustosa, Lousada. Seguem para a Avenida Pedro Guedes, onde o alvo é a “Cepsa” de Penafiel.

25 de Junho – Quinta-Feira: O gangue “adquire” um Audi A4 preto que se encontra estacionado perto da refinaria da Petrogal, na avenida Coronel Hélder Ribeiro, na marginal de Perafita, Matosinhos. O condutor, um homem de 69 anos residente em Matosinhos, que se encontra no momento dentro do veículo, nem repara no carro que estaciona ao seu lado. Três indivíduos saem do carro e um deles aponta-lhe uma arma, disparando de seguida um tiro para o ar. Um dos elementos entra e segue a toda a velocidade no Audi A4, tendo os restantes seguido no carro com que se deslocaram para aquele local. Minutos depois a PSP de Leça da Palmeira é informada sobre o caso e entra em contacto com a Polícia Judiciária do Porto.

Antes do incêndio da Petrogal a 31 de Julho de 2004, que originou um violento incêndio e o derrame de dezenas de toneladas de crude para a marina de Leça da Palmeira, existia uma câmara de CCTV instalada na torre de iluminação das instalações. Se a mesma ainda existir, as imagens poderão já estar em posse das autoridades.

01 de Julho – Quarta-Feira – (c. 01:15): Em Rebordosa, Paredes, o gangue ataca o posto da “Cepsa”, localizado na Avenida dos Bombeiros Voluntários. Com “grande profissionalismo”, um dos elementos parte o vidro da porta e depara-se com o seguinte cenário: o posto de combustíveis encontra-se vazio. A loja está fechada desde 2007. Oops!

01 de Julho – Quarta-Feira – (c. 02:00): Em Gandra, Paredes, o gangue “visita” (novamente; vide supra) o posto da “Galp”, localizado na Rua Central de Gandra (EN 15). Colocando uma corrente que liga o gradeamento ao carro conseguem arrombar a protecção metálica. Não existem informações sobre a quantidade de tabaco furtado.

01 de Julho – Quarta-Feira – (c. 02:20): Em Valongo, na Rua Dom Pedro IV, têm como alvo o posto de abastecimento “Alves Bandeira”. Usando um pé-de-cabra os “larápios” entram e furtam tabaco no valor de 200 euros. Deixam um rasto de destruição no local.

01 de Julho – Quarta-Feira – (c. 03:25): Em Santo Tirso, na Rua das Rãs, assaltam a Auto-Reparadora do Picoto. Roubam essencialmente tabaco (informação ad nauseam). Segundo informações dos gerentes da auto-reparadora, os prejuízos poderão rondar os 2.000 euros.

Provas forenses e imagens CCTV recolhidas nos vários locais poderão já estar a ser analisadas pelas autoridades. Com estes assaltos, os elementos de investigação criminal envolvidos nas investigações poderão recolher dados interessantes que levem à captura do “gangue do tabaquinho”.

Yannick Carvalho

O carteiro (nem sempre) toca…

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Vários habitantes do zona do Furadouro, freguesia de Ovar, município de Ovar, constatavam, preocupados, desde 2005, o não recebimento de correspondência – várias das suas cartas, encomendas e vales postais desapareciam misteriosamente. Após a acumulação de várias reclamações, os CTT de Ovar, alarmados, contactaram a Polícia Judiciária de Aveiro que através do DIC iniciou a respectiva investigação.

O (alegado) protagonista deste acto dividido em várias cenas? O carteiro.
Com 41 anos, guineense, funcionário do Centro de Distribuição Postal dos CTT de Ovar, e sem antecedentes criminais, é acusado de ter desviado mais de um milhar de cartas e encomendas. As encomendas postais provenientes do estrangeiro, a maioria resultantes de compras pela Internet, eram os alvos mais apetecíveis. Os prejuízos para os destinatários, em montante ainda não determinado, poderão ser bastante elevados.

Suspeito da prática dos crimes de violação de correspondência e de peculato, o “Newman” ovarense chegava do trabalho quando foi abordado por inspectores do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro. Em sua posse tinha ainda uma parte da correspondência da “volta” do dia.

A intercepção e roubo de correspondência que atingiu um pico alarmante em finais do século XVIII no Reino Unido e nos Estados Unidos é ainda hoje motivo de preocupação para as autoridades.

Instaurado um processo-crime, o indivíduo saiu em liberdade, encontrando-se suspenso de exercer a sua “actividade” e de se ausentar de Portugal.

Yannick Carvalho

Escrito por Yannick Carvalho

Junho 21, 2009 em 9:33 am

Detenção do “Bando dos Quatro”

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga e com a colaboração da G.N.R. de Guimarães, identificou e deteve ontem ao princípio da noite, em Fafe, quatro indivíduos fortemente suspeitos pela prática de crimes de furto e roubo com arma de fogo.

Os quatro jovens, com idade compreendidas entre os 18 e 22 anos e todos residentes em Fafe, são presumíveis autores de mais de duas dezenas de assaltos à mão armada, ocorridos nos últimos 5 meses e levados a efeito em estabelecimentos de cafetaria, restaurantes e farmácias nas zonas de Felgueiras, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Celorico e Cabeceiras de Basto, entre outras.

As deslocações para os locais de assalto foram concretizadas em viaturas furtadas, sendo os roubos antecedidos de disparos com armas de fogo para intimidação dos presentes.

Actuando de forma organizada e com acentuada violência, apropriavam-se de dinheiro cujo montante ascende a 10.000 euros e telemóveis.

Foram apreendidas duas pistolas de calibre 6.35 mm, gorros, luvas e vestuário utilizado na prática das assaltos e produto estupefaciente.

Os quatro detidos foram presentes a interrogatório judicial e aplicação de adequadas medidas de coacção.

Pelas 16H30 no DIC de Braga poderão ser prestados alguns esclarecimentos complementares.