Casos de Polícia

Defesa, Segurança, Investigação, Criminalidade & Inteligência (Espionagem)

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Privação do bem #10

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RADER

“Na verdade, penso que poderei estar possuído por demónios”.
Dennis Rader (BTK)

Escrito por Sofia Afonso

Setembro 10, 2009 em 10:10 am

Privação do bem #9

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picadinho

“Matar outra vez seria estupidez ao cubo. Mereço estar em liberdade”.
Francisco Costa Rocha (Chico Picadinho)

Escrito por Sofia Afonso

Setembro 5, 2009 em 7:56 pm

Privação do bem #8

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costa

“Eu não as matei porque quis, foi um trauma que me deu na cabeça. Foi o stress.”
António Luís Rodrigues da Costa

Escrito por Sofia Afonso

Agosto 30, 2009 em 2:30 pm

Privação do bem #7

with

fish

“Levei nove dias para comer todo o seu corpo (Grace Budd). Poderia tê-la violado, mas não quis. Ela morreu virgem.”
Albert Fish (1870-1936)

Escrito por Sofia Afonso

Agosto 26, 2009 em 2:09 pm

Privação do bem #6

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lucas

“Odiei durante toda a minha vida. Odiei toda a gente. Lembro-me que durante a minha infância a minha mãe vestia-me de menina. Durante três anos foi assim.”
Henry Lee Lucas (1936-2001)

Escrito por Sofia Afonso

Agosto 19, 2009 em 6:25 pm

Privação do bem #5

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Berkowitz

“Transformo as crianças em assassinos”
David Richard Berkowitz

Escrito por Sofia Afonso

Agosto 13, 2009 em 8:06 pm

Privação do bem #4

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gacy

“Nunca deveria ter sido condenado a nada mais sério do que gerir um cemitério sem a devida licença”
John Wayne Gacy (1942-1994)

Escrito por Sofia Afonso

Agosto 11, 2009 em 4:59 pm

Privação do bem #3

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U1972361

“Sou o filho da mãe mais cruel que alguma vez conhecerás.”
Ted Bundy (1946-1989)

Escrito por Sofia Afonso

Agosto 10, 2009 em 3:50 pm

Tragédia em Ílhavo

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exemplo_ilhavo

Foto de joriavlis segundo licença CC-BY-NC 2.0

A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Aveiro, está a investigar a morte de um indivíduo, identificado como Paulo Ricardo Pinto Sá, de 22 anos, ocorrida na manhã de domingo, 9 de Agosto, por volta das 10h00m, em Ílhavo. A companheira, Ana Cláudia Jesus Ferreira, de 20 anos, que se encontra grávida de três meses e meio, foi atingida num braço e no ombro por tiros de caçadeira e ferida por arma branca no tórax, tendo sido transportada por viatura do INEM para o Hospital de Aveiro, onde se encontra internada, fora de perigo e em situação clínica estável. O feto, do sexo feminino, sobreviveu, estando a ser devidamente monitorizado por médicos do hospital de Aveiro.

A GNR de Ílhavo foi alertada, por volta das 10h20m, por telefonema anónimo, da ocorrência de um alegado duplo-suicídio numa moradia localizada na Rua dos Nautas, propriedade de Aníbal Simões e Maria Simões. A GNR ao chegar ao local deparou-se com um corpo já cadáver, apresentando ferimentos de bala no peito, e uma mulher, gravemente ferida, mas consciente. Inteligência recolhida no local pela GNR, aponta, para que tanto o telefonema como os disparos, tenham sido efectuados pelo senhorio. Após perícias forenses efectuadas por elementos da GNR e da Polícia Judiciária, o cadáver foi recolhido pelos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.

Aníbal Simões alugou, em 2008, um pequeno quarto da sua casa a Paulo Ricardo Pinto Sá e a Ana Cláudia Jesus Ferreira. Devido ao facto de Paulo Sá ser o único sustento do casal, dificuldades em pagar a renda, terão provocado várias desavenças, nos últimos meses, entre o casal e os senhorios. Segundo fontes locais, terá ocorrido uma suposta retaliação por parte do Aníbal Simões com o furto de alguns objectos de valor e o desaparecimento de uma cadela do casal. Nos últimos dias, troca de acusações entre os casais agravaram o difícil relacionamento, que culminou, ontem, com o homicídio de Paulo Sá.

Aníbal Simões, ex-emigrante do Canadá, foi interrogado nas instalações do DIC, localizado no Largo de Santo António, em Aveiro, tendo sido libertado durante a madrugada. As investigações da Polícia Judiciária prosseguem.

A criminalidade: uma construção social

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mucchielli

A première vue, c’est l’évidence : le crime est commis par une personne qui se singularise ainsi des autres. Ce serait donc sur son anormalité qu’il faudrait s’interroger. Tel est le raisonnement qui a guidé tout le xixe siècle et qui guide encore beaucoup d’auteurs. Les sciences sociales invitent pourtant à regarder un peu plus loin que le bout de son nez. Elles observent par exemple que, en deçà des cas très rares d’interdits peut-être universaux (comme le meurtre au sein de la parenté ?), la définition du crime varie beaucoup selon les époques et les sociétés, de même que varient beaucoup les sanctions. Elles observent aussi que, au sein d’une même société, plusieurs univers sociaux peuvent cohabiter, qui ne respectent pas les mêmes normes.”  L. Mucchielli

http://www.laurent-mucchielli.org/index.php?pages/Qui-suis-je

Escrito por João Pedro Matos

Agosto 9, 2009 em 3:39 pm